sexta-feira, 20 de novembro de 2009

(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥) Iª JORNADA DE ARTETERAPIA DO RIO GRANDE DO NORTE - A VIDA PEDE ART (♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)(♥)



Drª Critina Allessandrine (Coordenação Geral ...O Alquimy Art )


O cirurgião bucomaxilofacial Manuel Feijão, conhecido simplesmente como Dr Feijão,
Desenvolve um trabalho de humanização
no atendimento do Hospital Walfredo Gurgel.


GRUPO HARMONIUM :abrilhantando nosso evento.


OFClNA: Caixa de AreiaFacilitadora: Luciana Pellegrini

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Curiosidade: Jovens têm mais aptidão em multitarefas


Certas pessoas fazem com que todos nós pareçamos pais santificados: nossos filhos achando que estão fazendo o dever de casa quando, na verdade, mensagens de texto estão voando, navegadores da internet estão abertos, vídeos estão rodando e um rock no último volume está retumbando nos falantes ah, não, essa última eram nossos pais reclamando a nosso respeito.

Sim, eu entendo a sensação. E não só como pediatra. Tenho meus próprios filhos um estudante do colegial, um da faculdade e um aluno de medicina, e sei como é.

Mas se você perguntar aos especialistas, eles são unânimes em dizer que não sabemos muito.

"A literatura que examina a mídia e seu impacto nas habilidades da atenção está apenas em sua infância", disse Renee Hobbs, professora de mídia e comunicação de massa da Universidade Temple e especialista em alfabetização de mídia.

Outro especialista, o Dr. Dimitri Christakis, professor de pediatria da Universidade de Washington e um dos principais pesquisadores sobre crianças e a mídia, concorda. "O ritmo da ciência não acompanhou a tecnologia", afirmou ele.

Já o Dr. Victor C. Strasburger, professor da Escola de Medicina da Universidade do Novo México, disse que "As crianças estão gastando uma quantidade extraordinária de tempo com a mídia", mas acrescentou: "Nós não sabemos realmente ao que eles prestam atenção, e ao que não. Não sabemos como isso impacta seu desempenho escolar, ou se isso impacta seu desempenho escolar".

Um estudo recente e muito discutido mostrou uma diminuição de produtividade em adultos que desempenhavam múltiplas tarefas simultaneamente ou, como Christakis colocou, "A verdade é que você não realiza múltiplas tarefas, você apenas acha que o faz; o cérebro não consegue processar dois atos cognitivos de alto nível". O que você está realmente fazendo, segundo ele, é "oscilando entre as duas tarefas".

Então os adolescentes são melhores em oscilar?

"Pode ser que a realização multitarefa seja um problema maior para os cérebros mais velhos", disse Hobbs. Christakis especulou que os adolescentes podem ter algumas vantagens, em parte por sua destreza mental supostamente maior e, em parte "esta é a parte que nós não entendemos", disse ele "porque eles realmente cresceram com essas tecnologias".

Essa lacuna tecnológica e de geração reflete todas as perguntas não respondidas acerca do que significa crescer nesta era, e provavelmente explica parte da desorientação que muitos pais experimentam ao observar seus filhos navegando pelas muitas e variadas conexões da adolescência moderna.

Pais são imigrantes digitais, explica Christakis; crianças são nativos digitais. "No século 20, você se preocupava com uma barreira digital separando ricos e pobres", continuou ele. "Isso se estreitou, e a barreira que surgiu está separando pais de filhos. Nós somos bem analfabetos em relação ao mundo digital habitado por eles".

Então onde isso tudo deixa os pais que tentam ajudar seus próprios nativos digitais a desenvolver bons hábitos de estudo? Harris M. Cooper, professor de psicologia da Universidade Duke que passou muitos anos estudando o dever de casa e seus efeitos, disse ser importante manter em mente na finalidade da tarefa.

"Uma das coisas que o dever de casa deve fazer por nós é nos ajudar a generalizar onde sentimos que podemos aprender", disse ele, acrescentando que parte do funcionamento adulto de sucesso é "combinar a tarefa ao contexto". Em outras palavras, você precisa aprender como você trabalha e sob quais circunstâncias.

Então, decidi testar meus preconceitos de imigrante digital que me dizem que ninguém consegue estudar com eficácia enquanto assiste, escuta, navega, conversa contra minha experiência profissional que me diz que estudantes de medicina que não estudam com eficácia não conseguem aprender o enorme e complexo corpo de material que precisam dominar, e, portanto, não conseguirão passar nos exames frequentes. Em outras palavras, perguntei a meu filho e seus amigos, pessoas de vinte e poucos anos que estudavam muito.

Esses estudantes de medicina soavam como estudiosos peritos, já que haviam prestado muita atenção aos diferentes tipos de concentração exigida para diferentes tarefas.

"Se estou estudando para memorizar", meu filho me disse, "geralmente continuo conversando" isso significa mensagens instantâneas. "Mas geralmente não é uma conversa em tempo real. Eu dou uma olhada de vez em quando e escrevo algo; posso ter um filme passando no fundo, mas escolho um filme que já tenha visto".

Ele até mesmo conduziu um experimento. "Realizei um estudo de tempo onde calculei, em média, quantas páginas de um documento eu conseguia ler quando tinha um filme passando no fundo, em comparação à leitura sem o filme. Descobri que podia ler com cerca de 80% da eficiência". Então a distração valia a pena; significava que ele poderia continuar lendo por períodos muito mais longos.

Essa questão de como manter-se estudando por longos períodos preocupava outros estudantes de medicina. Uma aluna disse que estudava melhor na academia de ginástica, geralmente no aparelho de step; ela gravava as aulas e as escutava em velocidade rápida enquanto se exercitava.

Mas você não pode se exercitar o tempo todo. "No dia anterior a uma grande prova", disse ela, "eu geralmente vou à academia e treino escutando uma das aulas que eu acho que possa ser a mais importante, e depois dou uma passada por todo o restante".

Como uma imigrante, sempre me faltará alguma fluência quando se trata do mundo digital. E aprendendo da forma como aprendemos, a tarefa que Cooper descreveu, é uma que nós, os pais, não podemos completar para nossos filhos não, nem mesmo os pais mais terrivelmente super-envolvidos, aqueles que ficam acordados a noite toda montando o cartaz de biologia da sétima série (vocês sabem quem vocês são).

O conselho que recebi de meu filho mais velho a respeito de meu filho mais novo foi, "Não se preocupe com isso até existir algo com que se preocupar. Se ele está indo bem nas aulas e com o dever de casa, ótimo". Esse também foi o conselho de Cooper aos pais: "Se eles estão se saindo bem, deixá-los terem as próprias escolhas permite que eles encontrem seu próprio estilo".

Ah, pensei pesarosamente comigo mesmo, mas ainda sinto que algo se perdeu. E quanto ao ardente prazer de ler algo, de realmente ler algo, sem distrações? E a complexidade criativa de escrever, fazer a linguagem fluir de frase a frase, ouvindo apenas sua voz interior?

Então refleti sobre meus próprios hábitos de trabalho, e as maneiras pelas quais adotei os costumes deste novo país, e pensei: seria esta a levemente suspeita nostalgia do imigrante pelo belo, mas já mitológico terreno, que ela mesma deixou para trás?

Fonte: PERRI KLASS - do New York Times - http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u645078.shtml

terça-feira, 17 de novembro de 2009

ARTETERAPlA COMO RECURSO PEDAGOGlCO.


A utilização de recursos artísticos para auxiliar o desenvolvimento de conteúdos escolares específicos vem-se expandindo cada vez mais, com o foco do trabalho pedagógico na aprendizagem do aluno. Os cursos de formação de professores procuram enfatizar atividades didáticas que privilegiem a ação do aluno e, nesse sentido, atividades artísticas são excelentes recursos, uma vez que a arte vem ocupando significativo espaço na formação humana, desde o início das civilizações até a atualidade.

Em decorrência, cursos específicos de especialização em arteterapia são oferecidos não apenas a professores, mas a profissionais que trabalhem em diferentes contextos, a fim de que possam adicionar à sua prática o uso terapêutico e profilático de recursos criativos, sejam plásticos, poéticos, musicais, de expressão corporal... Nesse sentido, não se trata de lançar mão da arte pela arte, ou da arte apenas como recurso para facilitar a aprendizagem, mas sobretudo da arte integrada a outros recursos expressivos, numa relação de ajuda.

Sabemos que a arte é um elemento muito importante na vida de cada pessoa e que o educador, de modo especial, pode munir-se, através da arte, de uma riqueza inestimável de recursos que auxiliem sua tarefa educativa, principalmente a partir do momento em que se conscientize de que pode e é interessante que trabalhe, também, sua própria onipotência, reestruturando a concepção de saber, que não se restringe ao lógico-matemático, mas abarca todos os tipos de inteligência e lhe possibilita a busca de diferentes maneiras de transmitir a mesma mensagem, aproveitando todas as possibilidades que o repertório de conhecimentos e emoções do aprendente/interlocutor traz.

Assim, com lucidez, compromisso e responsabilidade, práticas e vivências são utilizadas para trabalhar os bloqueios de aprendizagem e a construção dos conceitos. Dessa forma, o docente não vai negar a inteligência do outro, mas dispor-se a percebê-la, a identificar qual canal prioritário é utilizado para conhecer o mundo, analisá-lo, aprender. Vai valorizar o aprendente e apostar na sua aprendizagem, investir na sua formação, utilizar a expressão artística para estimulá-lo a exprimir, sem receios, sem censuras, sem se importar com talento ou capacidade criativa, seus sentimentos e emoções, fazendo, posteriormente, a interpretação do que pode exprimir através da criação artística.

Docentes/Ensinantes já despertos para tais possibilidades refletem, dirigem o olhar, também, para suas próprias vivências: analisam os respectivos sentimentos, procedimentos, reações... procurando enxergá-los com equilíbrio, pesando as adequações e inadequações, flexibilizando, dando-se oportunidade de investir, falhar, acertar, negociar... aceitando-se como seres em transformação, eternos aprendizes que interagem com o aluno, ensinando e, ao mesmo tempo, aprendendo. Nesse processo, se enriquecem e, utilizando o recurso da arte como mediadora do diálogo interno, da visão de mundo, de professor, de escola e de si mesmos se aperfeiçoam, ampliam a própria visão e possibilidades, se embelezam.

Durante esse processo amadurecem, revêem todo o conteúdo que desenvolvem em suas aulas, analisam, refletem sobre os entraves encontrados, não como vítimas do processo, mas como co-autores, e relativizam, quer seus acertos, quer as falhas, percebendo que a ótica pela qual analisavam o mundo era mais rígida e deixava de beneficiar seja a si mesmos , seja aos seus interlocutores. Interessando-se pela arteterapia, utilizando seus recursos, estão flexibilizando e dando oportunidade ao aparecimento de perspectivas que antes nem percebiam ou, quando percebiam, desconsideravam.

Professor/Ensinante/Psicopedagogo/Arte Terapeuta deve pesquisar constantemente, buscar fundamentação teórica para embasar sua aprendizagem e seu trabalho, para poder discriminar suas possibilidades de cooperação e complementaridade, bem como contemplar um outro lado seu e perceber a transformação pela qual está passando; perceber as vivências que lhe estão permitindo trabalhar a auto-imagem, bem como a percepção de que é positivo investir em comportamentos que não polarizem, mas ajudem a relativizar e amadurecer.

É importante que cada educador/arte terapeuta esteja desperto, atento à dinâmica da escola como um todo e da sala de aula em particular, cônscio de que é fundamental para o processo de identificação, valorizar personagens com traços de sabedoria e perspicácia, que usem estratégias para convencer os oponentes, vencendo pela sutileza e não pela força física; ciente de que nenhum herói sozinho dá conta de toda a diversidade, mas que, de acordo com a situação, cada uma das forças heróicas (prazer, competição, força, sabedoria, colaboração, complementaridade) deve ser resgatada/convocada, para agir na superação dos obstáculos, na transformação e evolução da própria atuação.

Nesse sentido as atividades de arteterapia estimulam a desinibição, o autoconhecimento, a criatividade, levando os participantes a uma sensação de integração com o mundo que instiga à resolução de conflitos pessoais, à melhoria do relacionamento social e desenvolvimento harmônico da personalidade.

Finalmente, a arteterapia pode ser utilizada como elo de interação entre os vários campos do conhecimento, colaborando sobremaneira na construção da interdisciplinaridade no âmbito da escola, elaborando a comunicação entre as possibilidades e limites próprios da ciência e a expressiva liberdade de criação da arte; fazendo ligações entre anseios gerados pelo mundo atual com o mais remoto passado, enfim promovendo o desenvolvimento do potencial humano através de situações que favoreçam a leitura do mundo de maneira ampla, rica e profunda.


A expressão artística é um caminho saudável para entrar em contato com suas emoções.
Por Maria Helena Pugliesi
Por que será que ando tão irritado? De onde vem tamanho desânimo? Onde foram parar a paciência e a compreensão que eu tinha quando era mais jovem? Saiba que respostas para essas inquietações podem surgir durante sessões de aquarela, de cerâmica ou de marcenaria, entre outras práticas manuais. Pelo menos é o que apregoa a arteterapia, uma ciência que tem raízes nos argumentos sólidos dos mestres da psicanálise Freud e Jung, bem como de Rudolf Steiner, fundador da Antroposofia, e Von Ehrenfels, filósofo vienense precursor da psicologia da gestalt. Todos eles, já no final do século 19 e início do 20 enfatizavam a importância da expressão artística como um caminho saudável para o individuo tomar contato com suas emoções, dificuldades e limitações. “A arteterapia trabalha e transforma nosso estado de espírito de maneira consciente e ativa. Ela possibilita também a descoberta de novas habilidades e capacidades, bem como o desenvolvimento da sensibilidade e de um pensar mais claro, de forma a poder ter uma relação harmoniosa consigo e com o mundo”, explica Dulcinéia Pimentel de Oliveira Montico, coordenadora de arteterapia antroposófica do Espaço Sofia, em São Paulo.

A escolha do material a ser trabalhado geralmente é feita pelo arteterapeuta, que, após avaliar as necessidades e queixas da pessoa, propõe exercícios e atividades especificas que possam ter uma atuação mais fecunda para as situações apresentadas. “Embora exista um consenso na resposta de vários materiais, é fundamental saber que se trata de relações particulares e únicas, onde cada um se expressará à sua maneira frente as cores, formas e texturas”, lembra a doutora em arte Tatiana Fecchio C. Gonçalves, responsável pelo Curso de Especialização em Arteterapia da Universidade São Marcos.

Hoje, muitas escolas de arte incorporaram em seu quadro de professores profissionais com formação em arteterapia, justamente para desenvolver um trabalho mais alinhado com fundamentos da psicologia ou da antroposofia. No entanto, nada impede de praticar essas técnicas em ateliês. “Tenho alunos que vêm aqui por recomendação de seu terapeuta. Modelar a argila ajuda, entre outras coisas, a lidar com a ansiedade e perdas. Afinal, aquela peça que demorou um tempão para ser feita pode não corresponder às expectativas depois de queimada”, arremata a ceramista Nil Rocha, que mantém ateliê nas cidades de Souzas e Campinas, interior de São Paulo. Outra atividade que tem chamado a atenção de quem procura desestressar é a marcenaria. “O trabalho de serrar, lixar, cavoucar a madeira ajuda a lidar com questões sociais. A marcenaria nos permite treinar capacidades anímicas, como a flexibilidade e a paciência, fundamentais no trato com as pessoas”, constata a terapeuta social antroposófica Bettina Irene Happ Dietrich. O professor e marceneiro Piero Calò, que mantém um curso livre de marcenaria na escola Cose di Legno, em São Paulo, enfatiza também o lado lúdico do oficio: “Tenho alunos que há 14 anos freqüentam minhas aulas só para espairecer. São diretores de empresa que buscam um ambiente mais informal, bem diferente do seu dia-a-dia”.

Na realidade, qualquer atividade feita com prazer gera resultados intelectuais e comportamentais positivos. “Por isso, nenhum desses cursos têm contra-indicação. No entanto, quando se trata de problemas mais sérios, em que o indivíduo tem grandes questionamentos, o trabalho deve ser necessariamente acompanhado por arteterapeuta. Não se pode esquecer que a arte é um canal aberto para as emoções e, em casos clínicos graves, lidar com essa manifestação pode agravar o quadro, em vez de melhorá-lo”, diz Maria Alice do Val Barcellos, professora de arteterapia do curso profissionalizante do Instituo Sedes Sapientiae.

Desenho: o traço gráfico, seja feito com giz, lápis, carvão, nanquim, caneta ou grafite, impõe na superfície (papel, parede, etc…) uma linha, cria um limiar entre seus lados, enfim, trabalha com um limite. No entanto, a textura, espessura, ritmo e duração do traço dinamiza a criação. Prática interessante para quem sente dificuldade em impor limites para si e para com os outros.

Pintura: a técnica apresenta desafios, como o preparo das tintas e seu manuseio com os pincéis, a ocupação dos planos a serem preenchidos, bem como as passagens de cores e contrastes. Para obter resultado, mente e corpo devem necessariamente trabalhar juntos. Exercício valoroso para aqueles que precisam lidar no dia-a-dia com decisões rápidas.

Cerâmica: a lida com argila e outras massas de modelar oferece um universo rico em simbologia. A maleabilidade do material remete a importância da flexibilidade na vida. Há ainda a questão da temperatura da massa: sempre fria a princípio, mas que se aquece com o calor das mãos. A queima das peças também ensina a conviver com a expectativa do desconhecido e a aceitar fatos que independem de nossa vontade.

Colagem: a atividade é considerada pelos arteterapeutas como uma importante possibilidade mobilizadora de conteúdos internos. Agregar partes separadas, reorganizar pedaços desconexos, rearranjar os fragmentos (recortes de papel, sementes, cacos de vidro, etc…) estimula a criatividade e alerta para novas possibilidades.

Marionete e fantoche: a construção de personagens é uma ferramenta importante para o autoconhecimento. Trejeitos, posturas e outras características do boneco idealizado pode ajudar seu criador a entrar em contato com aspectos muitas vezes pouco conhecidos de sua personalidade. A atividade feita em grupo propicia horas divertidas e reveladoras.

Marcenaria: cada um dos passos deste artesanato está imbuído de aspectos importantes para nosso comportamento. Ao serrar, por exemplo, lidamos com a retidão; já ao limar, aguçamos nossa fluidez, uma vez que é preciso trabalhar com as duas mãos ao mesmo tempo. Tudo isso requer paciência e respeito às etapas do trabalho.

Caminhada Programa Viver Melhor dia 19/11, às 14h30 no Bosque das Mangueiras.




Bom dia!

Convidamos você a participar da caminhada do Programa Viver Melhor que será realizada próximo dia 19/11, às 14h30 no Bosque das Mangueiras (próximo a UnP da Av. Nascimento de Castro - Lagoa Nova). Na oportunidade iremos comemorar o Dia Mundial de Combate ao diabetes, realizando as seguintes ações:

- Orientações sobre Diabetes - Dr. Leonardo Mesquita
- Teste de glicemia capilar
- Verificação de Pressão Arterial
- Verificação do índice de massa corpórea (IMC) - Nutricionista Adriana Moreira
- Caminhada - Watson


Contamos com sua importante presença!

Atc.

Equipe Viver Melhor
Amil/Medmais
4008-1018/4008-1003

CONGRESSO PARAlBANO DE ARTEERAPlA NOVB. 2009


POSTER DA ASPOART.


CEHGANDO PARA O SEGUNDO DlA DO CONGRESSO... PAUSA PARA FOTOS (TERAPEUTAS DA APOART-RN)




OFClNA COM PAULO ANTUNS RJ


ABERTURA DO CONGRESSO.



ENCERRAMENTO DO EVENTO COM O AGRADEClMNTO DO COORDENDO ROBSN XAVlER.

2º CONGRESSO PARAlBANO DE ARTETERAPlA (14 e 15 - 11 - 2009)



quarta-feira, 11 de novembro de 2009

LEITURA ORANTE

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
Senhor, nós te agradecemos por este dia.
Abrimos, com este acesso à internet,
nossas portas e janelas para que tu possas
Entrar com tua luz.
Queremos que tu Senhor, definas os contornos de
Nossos caminhos,
As cores de nossas palavras e gestos,
A dimensão de nossos projetos,
O calor de nossos relacionamentos e o
Rumo de nossa vida.
Podes entrar, Senhor em nossas famílias.
Precisamos do ar puro de tua verdade.
Precisamos de tua mão libertadora para abrir
Compartimentos fechados.
Precisamos de tua beleza para amenizar
Nossa dureza.
Precisamos de tua paz para nossos conflitos.
Precisamos de teu contato para curar feridas.
Precisamos, sobretudo, Senhor, de tua presença
Para aprendermos a partilhar e abençoar!
Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.