terça-feira, 17 de novembro de 2009

ARTETERAPlA COMO RECURSO PEDAGOGlCO.


A utilização de recursos artísticos para auxiliar o desenvolvimento de conteúdos escolares específicos vem-se expandindo cada vez mais, com o foco do trabalho pedagógico na aprendizagem do aluno. Os cursos de formação de professores procuram enfatizar atividades didáticas que privilegiem a ação do aluno e, nesse sentido, atividades artísticas são excelentes recursos, uma vez que a arte vem ocupando significativo espaço na formação humana, desde o início das civilizações até a atualidade.

Em decorrência, cursos específicos de especialização em arteterapia são oferecidos não apenas a professores, mas a profissionais que trabalhem em diferentes contextos, a fim de que possam adicionar à sua prática o uso terapêutico e profilático de recursos criativos, sejam plásticos, poéticos, musicais, de expressão corporal... Nesse sentido, não se trata de lançar mão da arte pela arte, ou da arte apenas como recurso para facilitar a aprendizagem, mas sobretudo da arte integrada a outros recursos expressivos, numa relação de ajuda.

Sabemos que a arte é um elemento muito importante na vida de cada pessoa e que o educador, de modo especial, pode munir-se, através da arte, de uma riqueza inestimável de recursos que auxiliem sua tarefa educativa, principalmente a partir do momento em que se conscientize de que pode e é interessante que trabalhe, também, sua própria onipotência, reestruturando a concepção de saber, que não se restringe ao lógico-matemático, mas abarca todos os tipos de inteligência e lhe possibilita a busca de diferentes maneiras de transmitir a mesma mensagem, aproveitando todas as possibilidades que o repertório de conhecimentos e emoções do aprendente/interlocutor traz.

Assim, com lucidez, compromisso e responsabilidade, práticas e vivências são utilizadas para trabalhar os bloqueios de aprendizagem e a construção dos conceitos. Dessa forma, o docente não vai negar a inteligência do outro, mas dispor-se a percebê-la, a identificar qual canal prioritário é utilizado para conhecer o mundo, analisá-lo, aprender. Vai valorizar o aprendente e apostar na sua aprendizagem, investir na sua formação, utilizar a expressão artística para estimulá-lo a exprimir, sem receios, sem censuras, sem se importar com talento ou capacidade criativa, seus sentimentos e emoções, fazendo, posteriormente, a interpretação do que pode exprimir através da criação artística.

Docentes/Ensinantes já despertos para tais possibilidades refletem, dirigem o olhar, também, para suas próprias vivências: analisam os respectivos sentimentos, procedimentos, reações... procurando enxergá-los com equilíbrio, pesando as adequações e inadequações, flexibilizando, dando-se oportunidade de investir, falhar, acertar, negociar... aceitando-se como seres em transformação, eternos aprendizes que interagem com o aluno, ensinando e, ao mesmo tempo, aprendendo. Nesse processo, se enriquecem e, utilizando o recurso da arte como mediadora do diálogo interno, da visão de mundo, de professor, de escola e de si mesmos se aperfeiçoam, ampliam a própria visão e possibilidades, se embelezam.

Durante esse processo amadurecem, revêem todo o conteúdo que desenvolvem em suas aulas, analisam, refletem sobre os entraves encontrados, não como vítimas do processo, mas como co-autores, e relativizam, quer seus acertos, quer as falhas, percebendo que a ótica pela qual analisavam o mundo era mais rígida e deixava de beneficiar seja a si mesmos , seja aos seus interlocutores. Interessando-se pela arteterapia, utilizando seus recursos, estão flexibilizando e dando oportunidade ao aparecimento de perspectivas que antes nem percebiam ou, quando percebiam, desconsideravam.

Professor/Ensinante/Psicopedagogo/Arte Terapeuta deve pesquisar constantemente, buscar fundamentação teórica para embasar sua aprendizagem e seu trabalho, para poder discriminar suas possibilidades de cooperação e complementaridade, bem como contemplar um outro lado seu e perceber a transformação pela qual está passando; perceber as vivências que lhe estão permitindo trabalhar a auto-imagem, bem como a percepção de que é positivo investir em comportamentos que não polarizem, mas ajudem a relativizar e amadurecer.

É importante que cada educador/arte terapeuta esteja desperto, atento à dinâmica da escola como um todo e da sala de aula em particular, cônscio de que é fundamental para o processo de identificação, valorizar personagens com traços de sabedoria e perspicácia, que usem estratégias para convencer os oponentes, vencendo pela sutileza e não pela força física; ciente de que nenhum herói sozinho dá conta de toda a diversidade, mas que, de acordo com a situação, cada uma das forças heróicas (prazer, competição, força, sabedoria, colaboração, complementaridade) deve ser resgatada/convocada, para agir na superação dos obstáculos, na transformação e evolução da própria atuação.

Nesse sentido as atividades de arteterapia estimulam a desinibição, o autoconhecimento, a criatividade, levando os participantes a uma sensação de integração com o mundo que instiga à resolução de conflitos pessoais, à melhoria do relacionamento social e desenvolvimento harmônico da personalidade.

Finalmente, a arteterapia pode ser utilizada como elo de interação entre os vários campos do conhecimento, colaborando sobremaneira na construção da interdisciplinaridade no âmbito da escola, elaborando a comunicação entre as possibilidades e limites próprios da ciência e a expressiva liberdade de criação da arte; fazendo ligações entre anseios gerados pelo mundo atual com o mais remoto passado, enfim promovendo o desenvolvimento do potencial humano através de situações que favoreçam a leitura do mundo de maneira ampla, rica e profunda.


A expressão artística é um caminho saudável para entrar em contato com suas emoções.
Por Maria Helena Pugliesi
Por que será que ando tão irritado? De onde vem tamanho desânimo? Onde foram parar a paciência e a compreensão que eu tinha quando era mais jovem? Saiba que respostas para essas inquietações podem surgir durante sessões de aquarela, de cerâmica ou de marcenaria, entre outras práticas manuais. Pelo menos é o que apregoa a arteterapia, uma ciência que tem raízes nos argumentos sólidos dos mestres da psicanálise Freud e Jung, bem como de Rudolf Steiner, fundador da Antroposofia, e Von Ehrenfels, filósofo vienense precursor da psicologia da gestalt. Todos eles, já no final do século 19 e início do 20 enfatizavam a importância da expressão artística como um caminho saudável para o individuo tomar contato com suas emoções, dificuldades e limitações. “A arteterapia trabalha e transforma nosso estado de espírito de maneira consciente e ativa. Ela possibilita também a descoberta de novas habilidades e capacidades, bem como o desenvolvimento da sensibilidade e de um pensar mais claro, de forma a poder ter uma relação harmoniosa consigo e com o mundo”, explica Dulcinéia Pimentel de Oliveira Montico, coordenadora de arteterapia antroposófica do Espaço Sofia, em São Paulo.

A escolha do material a ser trabalhado geralmente é feita pelo arteterapeuta, que, após avaliar as necessidades e queixas da pessoa, propõe exercícios e atividades especificas que possam ter uma atuação mais fecunda para as situações apresentadas. “Embora exista um consenso na resposta de vários materiais, é fundamental saber que se trata de relações particulares e únicas, onde cada um se expressará à sua maneira frente as cores, formas e texturas”, lembra a doutora em arte Tatiana Fecchio C. Gonçalves, responsável pelo Curso de Especialização em Arteterapia da Universidade São Marcos.

Hoje, muitas escolas de arte incorporaram em seu quadro de professores profissionais com formação em arteterapia, justamente para desenvolver um trabalho mais alinhado com fundamentos da psicologia ou da antroposofia. No entanto, nada impede de praticar essas técnicas em ateliês. “Tenho alunos que vêm aqui por recomendação de seu terapeuta. Modelar a argila ajuda, entre outras coisas, a lidar com a ansiedade e perdas. Afinal, aquela peça que demorou um tempão para ser feita pode não corresponder às expectativas depois de queimada”, arremata a ceramista Nil Rocha, que mantém ateliê nas cidades de Souzas e Campinas, interior de São Paulo. Outra atividade que tem chamado a atenção de quem procura desestressar é a marcenaria. “O trabalho de serrar, lixar, cavoucar a madeira ajuda a lidar com questões sociais. A marcenaria nos permite treinar capacidades anímicas, como a flexibilidade e a paciência, fundamentais no trato com as pessoas”, constata a terapeuta social antroposófica Bettina Irene Happ Dietrich. O professor e marceneiro Piero Calò, que mantém um curso livre de marcenaria na escola Cose di Legno, em São Paulo, enfatiza também o lado lúdico do oficio: “Tenho alunos que há 14 anos freqüentam minhas aulas só para espairecer. São diretores de empresa que buscam um ambiente mais informal, bem diferente do seu dia-a-dia”.

Na realidade, qualquer atividade feita com prazer gera resultados intelectuais e comportamentais positivos. “Por isso, nenhum desses cursos têm contra-indicação. No entanto, quando se trata de problemas mais sérios, em que o indivíduo tem grandes questionamentos, o trabalho deve ser necessariamente acompanhado por arteterapeuta. Não se pode esquecer que a arte é um canal aberto para as emoções e, em casos clínicos graves, lidar com essa manifestação pode agravar o quadro, em vez de melhorá-lo”, diz Maria Alice do Val Barcellos, professora de arteterapia do curso profissionalizante do Instituo Sedes Sapientiae.

Desenho: o traço gráfico, seja feito com giz, lápis, carvão, nanquim, caneta ou grafite, impõe na superfície (papel, parede, etc…) uma linha, cria um limiar entre seus lados, enfim, trabalha com um limite. No entanto, a textura, espessura, ritmo e duração do traço dinamiza a criação. Prática interessante para quem sente dificuldade em impor limites para si e para com os outros.

Pintura: a técnica apresenta desafios, como o preparo das tintas e seu manuseio com os pincéis, a ocupação dos planos a serem preenchidos, bem como as passagens de cores e contrastes. Para obter resultado, mente e corpo devem necessariamente trabalhar juntos. Exercício valoroso para aqueles que precisam lidar no dia-a-dia com decisões rápidas.

Cerâmica: a lida com argila e outras massas de modelar oferece um universo rico em simbologia. A maleabilidade do material remete a importância da flexibilidade na vida. Há ainda a questão da temperatura da massa: sempre fria a princípio, mas que se aquece com o calor das mãos. A queima das peças também ensina a conviver com a expectativa do desconhecido e a aceitar fatos que independem de nossa vontade.

Colagem: a atividade é considerada pelos arteterapeutas como uma importante possibilidade mobilizadora de conteúdos internos. Agregar partes separadas, reorganizar pedaços desconexos, rearranjar os fragmentos (recortes de papel, sementes, cacos de vidro, etc…) estimula a criatividade e alerta para novas possibilidades.

Marionete e fantoche: a construção de personagens é uma ferramenta importante para o autoconhecimento. Trejeitos, posturas e outras características do boneco idealizado pode ajudar seu criador a entrar em contato com aspectos muitas vezes pouco conhecidos de sua personalidade. A atividade feita em grupo propicia horas divertidas e reveladoras.

Marcenaria: cada um dos passos deste artesanato está imbuído de aspectos importantes para nosso comportamento. Ao serrar, por exemplo, lidamos com a retidão; já ao limar, aguçamos nossa fluidez, uma vez que é preciso trabalhar com as duas mãos ao mesmo tempo. Tudo isso requer paciência e respeito às etapas do trabalho.

Caminhada Programa Viver Melhor dia 19/11, às 14h30 no Bosque das Mangueiras.




Bom dia!

Convidamos você a participar da caminhada do Programa Viver Melhor que será realizada próximo dia 19/11, às 14h30 no Bosque das Mangueiras (próximo a UnP da Av. Nascimento de Castro - Lagoa Nova). Na oportunidade iremos comemorar o Dia Mundial de Combate ao diabetes, realizando as seguintes ações:

- Orientações sobre Diabetes - Dr. Leonardo Mesquita
- Teste de glicemia capilar
- Verificação de Pressão Arterial
- Verificação do índice de massa corpórea (IMC) - Nutricionista Adriana Moreira
- Caminhada - Watson


Contamos com sua importante presença!

Atc.

Equipe Viver Melhor
Amil/Medmais
4008-1018/4008-1003

CONGRESSO PARAlBANO DE ARTEERAPlA NOVB. 2009


POSTER DA ASPOART.


CEHGANDO PARA O SEGUNDO DlA DO CONGRESSO... PAUSA PARA FOTOS (TERAPEUTAS DA APOART-RN)




OFClNA COM PAULO ANTUNS RJ


ABERTURA DO CONGRESSO.



ENCERRAMENTO DO EVENTO COM O AGRADEClMNTO DO COORDENDO ROBSN XAVlER.

2º CONGRESSO PARAlBANO DE ARTETERAPlA (14 e 15 - 11 - 2009)



quarta-feira, 11 de novembro de 2009

LEITURA ORANTE

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
Senhor, nós te agradecemos por este dia.
Abrimos, com este acesso à internet,
nossas portas e janelas para que tu possas
Entrar com tua luz.
Queremos que tu Senhor, definas os contornos de
Nossos caminhos,
As cores de nossas palavras e gestos,
A dimensão de nossos projetos,
O calor de nossos relacionamentos e o
Rumo de nossa vida.
Podes entrar, Senhor em nossas famílias.
Precisamos do ar puro de tua verdade.
Precisamos de tua mão libertadora para abrir
Compartimentos fechados.
Precisamos de tua beleza para amenizar
Nossa dureza.
Precisamos de tua paz para nossos conflitos.
Precisamos de teu contato para curar feridas.
Precisamos, sobretudo, Senhor, de tua presença
Para aprendermos a partilhar e abençoar!
Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.

LINGUAGENS E MATERIAIS EXPRESSIVOS EM ARTETERAPIA


Título:
LINGUAGENS E MATERIAIS EXPRESSIVOS EM ARTETERAPIA
uso, indicações e propriedades
Autora: ANGELA PHILIPPINI

O fazer artístico, no processo arteterapêutico, por meio de suas múltiplas faces: colagens, fotografias, desenho, pintura, tecelagem ,bordado, costura, mosaicos, assemblagens, construções, criação de personagens, máscaras, modelagens, escrita criativa, vídeo, teatro e movimento, permite a configuração de "comunicações únicas" de acordo com a subjetividade de cada criador. Estas inúmeras linguagens são concretizadas por meio da produção de múltiplas imagens, expressando e amplificando movimentos internos, retratando paisagens psíquicas, antes invisíveis e inatingíveis. A formação destas iconografias delineia e registra delicados e profundos processos de transformação e desvelamento. O fluir destas comunicações singulares necessita de condições adequadas, por isto é necessário compreender e conhecer as propriedades terapêuticas inerentes às atividades artísticas desenvolvidas no processo arteterapêutico. É fundamental identificar as qualidades e benefícios terapêuticos inerentes às linguagens plásticas, e cada material expressivo utilizado, percebendo o movimento mais adequado de sua utilização. Este conjunto de informações constitui um campo de conhecimento complexo e específico, próprio da práxis dos arteterapeutas, e neste volume são apresentados estudos exploratórios sobre este tema, abrangendo as principais linguagens plásticas e expressivas utilizadas em Arteterapia.

www.wakeditora.com.br

Arteterapia, Musicoterapia e desenvolvimento humano.


Arteterapia, Musicoterapia e desenvolvimento humano

Ana Cláudia Afonso Valladares (GO-Brasil)





A) Arteterapia, Musicoterapia e infância (C)

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1C – Avaliação neuropsicopedagógica: lúdica da aprendizagem da criança ( 0 a 10anos)

Kelley Marques (GO-Brasil)



2C – Musicoterapia em oncologia pediátrica: breves registros da prática clínica

Lara Teixeira Karst (GO-Brasil)



3C – A relação mãe e filho na arte

Andrea Gandolfi (GO-Brasil)



4C - Arteterapia, humanização e transformação dos espaços de hospitalização

Ana Cláudia Afonso Valladares, Lívia Cristina B. Ramos, Gabriella Anastácio Barbosa, Wilzianne Ramalho e Mariana Teixeira da Silva (GO-Brasil)



5C – Arteterapia e o processo criativo aplicada às crianças hospitalizadas: estudos de caso

Ana Cláudia Afonso Valladares, Mariana Coelho Ferreira Belo, Andrea Scodro Soubihe, Dayse Edwiges Carvalho e Mariana Teixeira da Silva (GO-Brasil)



6C – A Arteterapia e o registro gráfico das emoções nas intervenções pediátricas

Ana Cláudia Afonso Valladares, Jéssica Pereira Rodrigues Santos, Mariana Teixeira da Silva, Ana Cláudia Nascimento de Sousa e Ana Maria Pimenta Carvalho (GO-Brasil)



7C - A avaliação do comportamento infantil em Arteterapia no contexto hospitalar

Ana Cláudia Afonso Valladares, Paula de Alencar Veloso, Nathalia Parrode Machado Barbosa, Noara Barros Ribeiro e Ana Maria Pimenta Carvalho (GO-Brasil)



8C – A Arteterapia e a avaliação do desempenho gráfica no contexto da hospitalização pediátrica

Ana Cláudia Afonso Valladares, Noara Barros Ribeiro, Paula de Alencar Veloso, Nathalia Parrode Machado Barbosa e Ana Maria Pimenta Carvalho (GO-Brasil)



9C – A Arteterapia e o impacto na internação hospitalar: análise das produções plásticas

Ana Cláudia Afonso Valladares, Gabriela Vieira Lopes, Renata Gomes Uchoa, Larissa Lara Pereira de Souza, Ana Maria Pimenta Carvalho e Patrícia Pinna Bernardo (GO-Brasil)



10C – A modelagem na Arteterapia hospitalar: avaliação do desenvolvimento infantil

Ana Cláudia Afonso Valladares, Andrea Scodro Soubihe, Mariana Coelho Ferreira Belo, Luana Cássia Miranda Ribeiro e Ana Maria Pimenta Carvalho (GO-Brasil)



11C - Humanização na assistência à criança utilizando a arte e o brinquedo: Alegrarte

Erica Simpionato de Paula, Maria Carolina Arantes C. Borges, Jaqueline Rombega Freitas, Josiane Danieli Martins Machado e Tamires Silva Marinheiro (MG-Brasil)



12C – A pintura em Arteterapia com crianças hospitalizadas: desenvolvimento e análise

Ana Cláudia Afonso Valladares, Raquel da Cunha e Cruz Barreto, Ana Paula da Costa Pessoa e Ana Maria Pimenta Carvalho (GO-Brasil)



13C – A leitura da imagem corporal de crianças hospitalizadas em Arteterapia

Ana Cláudia Afonso Valladares, Ana Carolina Gonçalves de Faria, Paulo Henrique Alves Lourenço, Gabriela Anastásio Barbosa e Ana Maria Pimenta Carvalho (GO-Brasil)



14C – A avaliação da técnica da colagem em Arteterapia e o estímulo ao desenvolvimento saudável de crianças hospitalizadas

Ana Cláudia Afonso Valladares, Bruna Priscila Brito Ribeiro dos Santos, Gabriela Camargo Tobias, Isabela Barros de Carvalho e Nágela Thaysa Bier de Sousa (GO-Brasil)



15C – O processo arteterapêutico utilizando-se da construção com sucata hospitalar no contexto pediátrico

Ana Cláudia Afonso Valladares, Leiliane Alcântara Brito e Gabriela Camargo Tobias (GO-Brasil)



16C – A Arteterapia, o lúdico e a criatividades no desenvolvimento de crianças hospitalizadas

Ana Cláudia Afonso Valladares, Hérica da Silva Pedroso, Jéssica Pereira Rodrigues Santos, Francine Vieira Pires, Gabriela Camargo Tobias e Ana Maria Pimenta Carvalho (GO-Brasil)



17C - A avaliação da comunicação não-verbal no processo da Arteterapia com crianças hospitalizadas

Ana Cláudia Afonso Valladares, Juliana da Silva Rocha, Ana Caroline Gonçalves Cavalcante, Ana Cláudia Nascimento de Sousa e Ana Maria Pimenta Carvalho (GO-Brasil)





B) Arteterapia, Musicoterapia e adolescência

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1A - Relações interpessoais e violência

Graciela Rene Ormezzano, Liane Zart Arruda e Franciele Silvestre Gallina (RS-Brasil)



2A - Posibilidades de intervención en la educación especial

Hugo Alberto Angelelli Estigarribia (Uruguai)



3A – Musicoterapia e adolescência

Sheila Alves da Cunha (GO-Brasil)



4A - Arteterapia e empoderamento

Maria Teresa Provenzano da Luz (RS-Brasil)



5A - Oficinas de arte no NECASA

Maria Voula Toubas (GO-Brasil)



6A – A transformação por meio de mandalas em Arteterapia aplicada à jovens adictos hospitalizados

Isabela Barros de Carvalho, Gabriela Camargo Tobias, Bruna Priscila Brito Ribeiro dos Santos, Ana Paula Freitas Lima, Cintya Rocha de Oliveira Lima e Ana Cláudia Afonso Valladares (GO-Brasil)



7A - A imagem do auto-retrato em Arteterapia com dependentes químicos hospitalizados

Gabriela Camargo Tobias, Isabela Barros de Carvalho, Bruna Priscila Brito Ribeiro dos Santos, Ana Paula Freitas Lima, Cintya Rocha de Oliveira Lima e Ana Cláudia Afonso Valladares (GO-Brasil)



8A – Arteterapia com dependentes químicos: a visão do hospital psiquiátrico por meio da expressão artística

Cintya Rocha de Oliveira Lima, Ana Paula Freitas Lima, Luma Fonseca Apolinário Coelho e Ana Cláudia Afonso Valladares (GO-Brasil)



9A – A expressão gráfica das emoções em Arteterapia com dependentes químicos hospitalizados

Ana Cláudia Afonso Valladares, Thereza Crystina Rodrigues Tristão, Cynthia Ferreira de Melo, Kelcy Anne Santana Silva, Caíssa Ramos Sérgio e Janine Alves Santos (GO-Brasil)



10A - Arteterapia e dependência química: aspectos do masculino na mitologia grega

Ana Cláudia Afonso Valladares, Amanda Santos Fernandes Coelho, Aline Pereira da Silva, Ana Cláudia Nascimento de Sousa e Mariana Teixeira da Silva (GO-Brasil)



11A – As imagens simbólicas recorrente nos trabalhos de Arteterapia com dependentes químicos

Ana Cláudia Afonso Valladares, Kássia Rita Lourenceti de Menezes, Verônica Carrijo de Freitas, Fernanda Salerno Carneiro e Gabriella de Paula Batista de Moraes (GO-Brasil)



12A – A Arteterapia e os contos de fada: uma experiência com jovens em fase de desintoxicação ao uso abusivo de drogas psicoativas

Ana Cláudia Afonso Valladares, Nathalia Parrode Machado Barbosa, Noara Barros Ribeiro e Paula de Alencar Veloso (GO-Brasil)



13A - Arteterapia e dependência química: o uso da construção na prática clínica

Ana Cláudia Afonso Valladares, Kássia Rita Lourenceti de Menezes, Ana Cláudia Nascimento de Sousa e Mariana Teixeira da Silva (GO-Brasil)



14A - O uso da máscara em Arteterapia aplicada à pacientes hospitalizados com história de uso abusivo de drogas psicoativas

Bruna Priscila Brito Ribeiro dos Santos, Isabela Barros de Carvalho, Gabriela Camargo Tobias, Ana Paula Freitas Lima, Cintya Rocha de Oliveira Lima e Ana Cláudia Afonso Valladares (GO-Brasil)



15A – A simbologia de mãos e pés em sessões de Arteterapia com jovens adictos em fase de desintoxicação

Ana Paula Freitas Lima, Cintya Rocha de Oliveira Lima e Ana Cláudia Afonso Valladares (GO-Brasil)



16A – Um encontro da pintura na Arteterapia com jovens adictos: possibilidades de criação, expressão e recriação

Ana Cláudia Afonso Valladares, Cynthia Ferreira de Melo, Kelcy Anne Santana Silva, Thereza Crystina Rodrigues Tristão, Caíssa Ramos Sérgio e Janine Alves Santos (GO-Brasil)



17A - Arteterapia e dependência química: atividades expressivas utilizando-se de histórias em quadrinhos

Ana Cláudia Afonso Valladares, Kelcy Anne Santana Silva, Cynthia Ferreira de Melo, Thereza Crystina Rodrigues Tristão, Caíssa Ramos Sérgio e Janine Alves Santos (GO-Brasil)



18A – Arteterapia, dependência química e personagens internos: outros seres de nós mesmos

Ana Cláudia Afonso Valladares, Fernanda Soares Chaves, Luma Fonseca Apolinário Coelho, Dayse Edwiges Carvalho, Ana Cláudia Nascimento de Sousa e Mariana Teixeira da Silva (GO-Brasil)



19A - Arteterapia com usuários de drogas psicoativas hospitalizados: possibilidade do conhecer e reconhecer por meio da técnica de modelagem

Ana Cláudia Afonso Valladares, Viviany Guntija Sena Aires, Maryana Freire Rodrigues da Cruz e Dayse Edwiges Carvalho (GO-Brasil)



20A – Trabalhando as cores em Arteterapia com adultos-jovens dependentes químicos hospitalizados

Ana Cláudia Afonso Valladares, Emily Nayana N. de Melo, Ana Cláudia Nascimento de Sousa, Mariana Teixeira da Silva e Christiane Moreira (GO-Brasil)



21A – A Arteterapia e a leitura das imagens internas: uma experiência utilizando a colagem com usuários de drogas psicoativas hospitalizados

Ana Cláudia Afonso Valladares, Luma Fonseca Apolinário Coelho, Fernanda Soares Chaves, Dayse Edwiges Carvalho, Ana Cláudia Nascimento de Sousa e Mariana Teixeira da Silva (GO-Brasil)





C) Arteterapia, Musicoterapia e fase adulta

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1D - Arteterapia e os processos criativos da loucura

Sonia Maria Bufarah Tommasi (SP-Brasil)


2D - Arteterapia, possibilidades e fundamentos
Angélica Shigihara de Lima (RS-Brasil)


3D – Musicoterapia e qualidade de vida do paciente hipertenso

Cláudia Regina Zanini (GO-Brasil)



4D - Arteterapia e a análise simbólica de uma expressão artística: estudo de caso de um deficiente visual

Mariléa Bernadete Hoffmann Loos e Sonia Maria Bufarah Tommasi (SC/SP-Brasil)



5D Percepção Figura-Fundo em um paciente com traumatismo cranioencefálico

Lêda Nogueira Maekawa, Marco Antônio de Angelis e Ana Alice Francisquetti (SP-Brasil)



6D - Atividades expressivas e vivenciais no espaço criativo arte-reabilitação com pacientes internados

Mires Najar (GO-Brasil)



7D – Tecendo cruzamentos de paisagens da memória de infância e visualidade cênica na investigação das narrativas orais de Tereza Bicuda

Rosilandes Cândida Martins e Leda Maria de Barros Guimarães (GO-Brasil)



8D - A tipologia de Jung em Arteterapia: experiência com adultos-cuidadores

Ana Cláudia Afonso Valladares, Anne Marisse Gromann Dallasta, Tania Andrea Pereira Pedrozo e Paula de Alencar Veloso (GO-Brasil)



9D – Em encontro da Arteterapia com pessoas em sofrimento mental hospitalizadas

Ana Cláudia Afonso Valladares, Cristiane Coimbra Silva, Luma Fonseca Apolnário Coelho, Deyse Maria Rodrigues Alves e Lays Alves Ferreira Souza (GO-Brasil)



10D - Oficinas de Arteterapia: uma mão dupla para abordar o tema droga na escola

Daisy Maria Alves de Queiroz, Célia Maria Freitas Antunes, Elizabete Francisca de Oliveira Pereira, Ivone Gomes de Santana Moura, Lusirene Costa Bezerra Duckur e Rosivaldo Rodrigues Ramos (GO-Brasil)



11D - O primado da seqüência – uma nova abordagem em Arteterapia

José Augusto de Sousa Carvalho e Maria do Carmo Fleury Lobo (GO-Brasil)



12D - Arteterapia como trabalho de apoio a vítimas de sociopata em empresas

Wanderley Alves dos Santos (GO-Brasil)



13D - Arteterapia e a leitura gráfica de centros de atenção em saúde mental: encontro de polaridades

Ana Cláudia Afonso Valladares, Andrea Scodro Soubihe, Mariana Coelho Ferreira Belo e Flora Elisa de Carvalho Fussi (GO-Brasil)



14D – A descoberta do ser secreto: uso da mandala dentro do processo arteterapêutico no Hospital Psiquiátrico

Ana Cláudia Afonso Valladares, Beverly Batista de Morais, Luma Fonseca Apolinário Coelho, Ana Cláudia Nascimento de Sousa e Mariana Teixeira da Silva (GO-Brasil)



15D - Arteterapia na promoção da saúde mental: uma experiência no CAPS

Ana Cláudia Afonso Valladares, Ana Paula Freitas Lima, Déborah Ferreira Noronha de Castro, Ana Cláudia Nascimento de Sousa, Mariana Teixeira da Silva e Mariana Vilhena Adorno (GO-Brasil)



16D – A Arteterapia, o transtorno mental e os cuidadores: um cuidado integrado

Ana Cláudia Afonso Valladares e Renata Elias da Silva (GO-Brasil)



17D – Arteterapia e a leitura simbólica do ser “normal” e do ser patológico mental: conhecendo e reconhecendo polaridades?

Ana Cláudia Afonso Valladares, Mariana Coelho Ferreira Belo, Andrea Scodro Soubihe e Flora Elisa de Carvalho Fussi (GO-Brasil)



18D - Arteterapia e integração biopsicosocial

Maria de Fátima Barros Santos (SP-Brasil)



19D - Criatividade: desenvolvendo a auto-estima e a cidadania com deficientes visuais

Jacimar Silva Pinheiro (DF-Brasil)



20D - Composição musical em musicoterapia

Graci Helen Santana Borges (GO-Brasil)



21D - A arte de humanizar: escuta e olhar musicoterápicos junto a familiares acompanhantes de crianças portadoras de câncer

Elizabeth Esperidião Cardozo, Eliamar A. B. Fleury e Ferreira e Gyzele Cristina X. Santos Souza (GO-Brasil)



22D - Jogo de dominó, criatividade, risos... uma relação de descobertas

Flora Elisa de Carvalho Fussi e Eliete Lopes Barbosa (GO-Brasil)





D) Arteterapia, Musicoterapia e velhice

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1I - Uma experiência de desenvolvimento do cuidado integrador e inovador com cuidadora familiar de idoso com Alzheimer
Emilia Beatriz Machado de Souza, Lucia Hisako Takase Gonçalves, Astrid Eggert Boehs e Jonas Salomão Sprícigo (SC-Brasil)


2I - Resgate da auto-estima de idosos em instituição de longa permanência

Márcia Helena Sousa Rodrigues Cunha (MG-Brasil)



3I - Arteterapia no envelhecimento saudável

Ana Cláudia Afonso Valladares, Kássia Rita Lourenceti de Menezes Nathalia Parrode Machado Barbosa, Noara Barros Ribeiro e Paula de Alencar Veloso (GO-Brasil)



4I - A Arteterapia com idosos: uma experiência utilizando-se a tipologia de Jung

Ana Cláudia Afonso Valladares, Caíssa Ramos Sérgio, Thereza Crystina Rodrigues Tristão, Cynthia Ferreira de Melo, Kelcy Anne Santana Silva e Janine Alves Santos (GO-Brasil)



5I – Efeitos terapêuticos da pintura na Arteterapia com idosos

Ana Cláudia Afonso Valladares, Ana Cléia Margarida Tonha, Danyele Monique C. Martins, Thays Angélica P. Santos e Lorena Pereira de Souza (GO-Brasil)





E) Abertura

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1B - Arteterapia na UFG e Associação Brasil Central de Arteterapia

Ana Cláudia Afonso Valladares (GO-Brasil)



2B - União Brasileira das Associações de Arteterapia”

Otília Rosângela da Silva de Souza (MG-Brasil)



3B - Sociedade Goiana de Musicoterapia

Alexandre Ariza Gomes de Castro e Fernanda Ortins Silva (GO-Brasil)



4B - Pesquisas em Arteterapia no Brasil

Cristina Dias Allessandrini (SP-Brasil)



Livro 1 – Olhares, experiências de CAPS

Yuze Rasmussen A. de Faria (GO-Brasil)



Livro 2 – A prática da Arteterapia: correlações entre temas e recursos - Vol I: Temas centrais em Arteterapia

Patrícia Pinna Bernardo (SP-Brasil)



Livro 3 – A prática da Arteterapia: correlações entre temas e recursos - Vol II: Mitologia indígena e Arteterapia: a arte de trilhar a roda da vida

Patrícia Pinna Bernardo (SP-Brasil)





F) Outros de Arteterapia e Musicoterapia

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1O - Integração x diversidade cultural Arteterapia

Elizabete Rossini Accardo e Tereza Maria Salles da Costa Lima (SP-Brasil)



2O - Arteterapia como um processo ecoformativo e transdiciplinar para a descoberta de sentido de vida desde a criação da obra de arte pictórica

Maria Glória Dittrich (SC-Brasil)



3O – Mesa Coordenada “Cicatrizes da Loucura”

Autores: Dôra Santoth - Auxiliadora do Espírito Santo e Paulo Barreto Campello GO/PE-Brasil)

Debatedores: Denize Boutellet Munari, Sônia M. Bufarah Tommasi, Cláudia Regina Zanini, Sirlene O. Souza (SP/GO-Brasil)



4O - Arte: um instrumento terapêutico em Escola Waldorf

Márcia Aparecida Marques de Oliveira (MT-Brasil)



5O - O corpo entre sonoridades e espacialidades: uma experiência musicoterapêutica em academias de ginástica

Fernanda Valentin (GO-Brasil)



6O - Umbigo de Eros: a criação cênica em campo mítico-pessoal

Vanessa Gelli Nunes Rocha (DF-Brasil)



7O - Abertura por meio da transversalidade e da Arteterapia em instituições de saúde mental: um relato de experiência

Pritama Morgado Brussolo (DF-Brasil)


8O - Os processos de representação mental no desenvolvimento pessoal pelas imagens
Maria Cristina Urrutigaray (RJ-Brasil)



9O - Processos de inovação e os desafios contemporâneos para a formação de professores licenciados

Solange Martins Oliveira Magalhães (GO-Brasil)



10O - O desenvolvimento da Arteterapia e nosso próprio desenvolvimento humano

Joya Eliezer (SP-Brasil)



11O - O corpo em Musicoterapia: complexidade e subjetividades

Fernanda Valentin (GO-Brasil)



12O – A interdisciplinariedade na Musicoterapia hospitalar

Alexandre Ariza Gomes de Castro (GO-Brasil)



13O – Ateliê Arte e vida na comunidade: projeto artepsicoterapêutico

Mariângela Borret Bonjour Nascimento (RJ-Brasil)





G) Workshops (W)

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1W - Mitologia indígena e Arteterapia: a arte de trilhar a roda da vida

Patrícia Pinna Bernardo (SP-Brasil)



2W - Pernas, prá que te quero? (o imagético no corpo e na arte)

Edna Ferreira Lopes (PE-Brasil)



3W - Ventosaterapia: indicações e benefícios na saúde

Fernanda Girotto Ribeiro Luz (GO-Brasil)



4W - Caixas lúdicas de avaliação da aprendizagem: jogos de estimulação neural preventivo e terapêutico

Kelley Marques (GO-Brasil)



5W - O corpo psicossomático

Dôra Santoth - Auxiliadora de Espírito Santo (GO-Brasil)



6W - Musicoterapia a partir de escuchar el canto de ballenas

Jorge Darío Chiesa (Argentina)



7W - Sincronicidade e expressão

Maria Julia Pascali (GO-Brasil)





H) Mini-Cursos e Curso (M)

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1M - Acupuntura científica moderna

Ismael Pinheiro (GO-Brasil)



2M – A interpretação simbólica dos contos de fada e como trabalhá-los em Arteterapia

Patrícia Pinna Bernardo (SP-Brasil)





I) Performances e Teatro (P)

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1P - Por que teatro de bonecos?

Guadalupe de Castro (GO-Brasil)



2P - “Caminhos do Self”

Dôra Santoth – Auxiliadora do Espírito Santo (GO-Brasil)



3P - Eurínome (Dança da Purificação)

Maria Julia Pascali (GO-Brasil)



4P - A subjetividade do corpo sensível

Pritama Morgado Brussolo (DF-Brasil)







J) Exposição de Arte (E)

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1E- Painel de fotografias

Graciela Ormezzano (RS-Brasil)



2E- “Costuras e collagens”

Angélica Shigihara Lima (RS-Brasil)



3E- “Frutos do campo’

Jaime Batista Tavares (TO-Brasil)



4E- “Mar vermelho”

Marlene Maciel (GO-Brasil)



5E- “A subjetividade do corpo sensível”

Pritama Brussolo (GO-Brasil)



6E- “Almas gêmeas”

Dôra Santoth – Auxiliadora do Espírito Santo (GO-Brasil)



7E- “Recado para Felippe”

Andréa Gandolfi (GO-Brasil)



8E- “Fragmentos II”

Maria das Dores Pontes Marques (GO-Brasil)



9E- “Ao vento”

Reis Ribeiro Néri (GO-Brasil)



10E- “Tristeza”

Ivone Teixeira da Cunha (GO-Brasil)



11E- “Encontros.... de almas”

Ana Cláudia Afonso Valladares (GO-Brasil)




Um abraço,

Profª Ana Cláudia A. Valladares (FEN-UFG)
Associação Brasil Central de Arteterapia
www.brasilcentralarteterapia.org